Areco Sistemas Empresariais

Conforme o balanço anual da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) indica, em 2023 as Indústrias de Alimentos e Bebidas foi responsável por 10,8% do PIB brasileiro e gerou 1,8 milhão de empregos formais e diretos. Conforme dados da organização, o Brasil é o segundo maior exportador de alimentos industrializados do mundo, levando seus alimentos para 190 países.

Por ser um setor que produz com qualidade, segurança e sustentabilidade, investir constantemente em inovação e tecnologia se tornou necessários, principalmente se considerarmos que:

  • 58% de tudo produzido no campo é processado por essa indústria;
  • São 38 mil empresas, que geram 1,8 milhão de empregos formais e diretos, sendo responsáveis por 24,3% dos empregos da indústria da transformação;
  • São investidos R$ 14,9 bilhões em pesquisa, inovação e desenvolvimento e R$ 8,7 bilhões em fusões, totalizando R$ 23,6 bilhões investidos;
  • 72% da produção é para abastecer o mercado interno;
  • Totaliza US$ 59 bilhões em exportações, correspondendo a um total de 17,6% das exportações brasileiros.

Principais desafios do setor alimentício

Controle de estoque e armazenagem:

Uma das características que mais diferencia o segmento de Alimentos e Bebidas dos demais ramos industriais é a condição de sua matéria-prima e de seu produto acabado. Como se trata de artigos perecíveis, é essencial que as rotinas de armazenagem obedeçam a critérios inteligentes e integrados, evitando erros que possam gerar prejuízos e afetar diretamente a saúde de seus consumidores.

Sendo assim, a produção inflada sem escoamento e falta de controle na validade dos lotes, são desvios graves que podem ser facilmente corrigidos a partir da integração das áreas do negócio.

Alguns erros podem comprometer seriamente as operações, impactando não apenas a área específica, mas também o desempenho geral da empresa.

Controle de qualidade:

A gestão de qualidade é determinante na operação das Indústrias de Alimentos e Bebidas e deve ser feita de forma assertiva e rigorosa. Contudo, os processos, uma vez definidos e parametrizados, devem ser rigorosamente seguidos a cada lote produzido. Desta forma, a gestão de qualidade inclui o controle de produtos adquiridos (como o IQF, que qualifica os fornecedores) e acabados, relatórios de não-conformidade e práticas ISO, como domínio de lotes e rastreabilidade de itens.

Atendimento às normas específicas:

A legislação que regulamenta a atividade das Indústrias de Alimentos e Bebidas é bastante rígida, uma vez que certifica a liberação de consumo para determinado produto. Sendo assim, para garantir conformidade às regras legais, é necessário incorporar rotinas de emissão de laudos técnicos (catalogando-os nos padrões esperados) e de impressão de etiquetas nutricionais, detalhando as especificações do produto, vencimento e listando seus componentes. A credibilidade dos dados obtidos durante o processo é indispensável.

Diante dos desafios pertinentes ao setor, é válido enfatizar que a implantação de um sistema de gestão surge como uma ferramenta fundamental à gestão eficaz e equilibrada do negócio, uma vez que o software centraliza todas as informações da empresa e integra as áreas para fornecer um panorama completo da situação operacional da organização. Quer saber mais sobre integração de informações?

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A tecnologia como aliada as Indústrias de Alimentos e Bebidas

A tecnologia é uma realidade em vários setores da economia, inclusive no setor alimentício. Industriais, chefes e empresários do setor de alimentação contam cada vez mais com softwares e equipamentos inteligentes em suas cozinhas profissionais. No entanto, é importante que as empresas entendam as melhores opções de tecnologia disponíveis no mercado para suas necessidades, pois os custos podem ser altos.

Conhecer as inovações mais destacadas no varejo alimentar e identificar as tecnologias mais adequadas para cada necessidade é essencial. A pesquisa Fispal Food Digital revelou que os principais objetivos do uso da tecnologia no estabelecimento são gestão e controle, otimização das operações e divulgação do estabelecimento. Ao adquirir um recurso tecnológico, o benefício para o estabelecimento é o fator mais importante considerado, seguido pela necessidade do recurso, praticidade, preço e diferenciação em relação aos concorrentes.

Tendências Tecnológicas para as Indústrias de Alimentos e Bebidas

  1. Dados e Métricas: Captar e armazenar dados estruturados é fundamental para a indústria de alimentos e bebidas. A análise de dados permite melhorar processos, identificar padrões e tomar decisões estratégicas. É importante investir em softwares e sistemas que possibilitem a coleta e análise eficiente dessas informações.
  2. Inteligência Artificial: A inteligência artificial (IA) desempenha um papel importante na indústria alimentícia. Por meio da IA, é possível identificar padrões de consumo, otimizar processos, personalizar recomendações de produtos e antecipar demandas. A IA pode ser aplicada em diversas áreas, como logística, atendimento ao cliente e desenvolvimento de novos produtos.
  3. Delivery: O serviço de delivery se tornou essencial no setor de alimentos e bebidas. Investir em tecnologias que otimizem a operação de delivery, como sistemas de gestão e rastreamento de pedidos, integração com aplicativos de entrega e logística eficiente, é fundamental para atender às demandas dos consumidores.
  4. Marketing Digital: O marketing digital desempenha um papel crucial na promoção e divulgação de produtos alimentícios. Utilizar estratégias de marketing digital, como redes sociais, campanhas de e-mail marketing, influenciadores digitais e produção de conteúdo relevante, permite alcançar e engajar o público-alvo eficazmente.
  5. Totens de Atendimento: Os totens de atendimento são uma solução tecnológica que agiliza o processo de pedidos e pagamentos em estabelecimentos alimentícios. Esses dispositivos permitem que os clientes façam seus pedidos de forma autônoma, reduzindo filas e aumentando a eficiência do atendimento.
  6. Robôs de Atendimento: Os robôs de atendimento têm ganhado espaço no setor alimentício. Esses sistemas automatizados podem realizar tarefas como tirar dúvidas dos clientes, fazer recomendações de produtos e processar pagamentos. Os robôs de atendimento proporcionam agilidade e conveniência, melhorando a experiência do cliente.
  7. QR Code para Pedidos: A utilização de QR codes para fazer pedidos é uma tendência crescente. Ao escanear o código com seus dispositivos móveis, os clientes podem acessar o cardápio digital, fazer seus pedidos e efetuar o pagamento de forma rápida e segura.
  8. QR Code para Pagamentos: Além dos pedidos, o QR code também pode ser utilizado para facilitar o processo de pagamento. Os clientes podem escanear o código para realizar transações financeiras convenientemente, utilizando aplicativos de pagamento ou carteiras digitais.
  9. Controle à Distância de Equipamentos: A tecnologia permite o controle à distância de equipamentos, como fornos, freezers e sistemas de refrigeração. Isso possibilita o monitoramento e ajuste dos equipamentos remotamente, garantindo a eficiência operacional e reduzindo custos com manutenção.
  10. Balanças Inteligentes: As balanças inteligentes oferecem recursos avançados, como a leitura automática de códigos de barras, a obtenção de informações nutricionais e a integração com sistemas de gestão. Essas balanças facilitam o processo de pesagem e registro de produtos, agilizando a operação em estabelecimentos alimentícios.

Benefícios da implantação de um sistema ERP na sua indústria

  • Redução de custos;
  • Otimização da produtividade;
  • Redução do prazo de entrega de produtos e serviços;
  • Eficiência nos processos de suprimentos;
  • Melhoria da gestão tributária;
  • Segurança da informação;
  • Melhoria na competitividade;
  • Eliminação de retrabalho.

Você sabia que pode ter todos esses benefícios e muito mais com o Areco ERP?

Confira a seguir:

  1. Controle de engenharia reversa, quando um insumo resulta em vários produtos e subprodutos;
  2. Acesso a informações de produção para formação de custos, considerando o processo de engenharia reversa;
  3. Formatação de tabela de elementos nutricionais, gerenciando a especificação do produto e sua lista de componentes;
  4. Emissão e consulta de laudos técnicos sob medida, conforme a especificação exigida pelo cliente, e catalogação dos respectivos padrões esperados;
  5. Práticas de Qualidade Total (ISO), com domínio dos lotes e rastreabilidade de matérias-primas e produtos acabados.

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